O BRINQUEDO E A FORMAÇÃO DO PENSAMENTO
A brincadeira, os gestos e o desenho , são atividades que fazem parte do dia-a -dia das crianças. São para elas como um alicerce para as futuras aprendizagens.
Todo brinquedo envolve representações, que estão vinculados as aprendizagens, tanto da língua escrita, como da lingua falada e todas as brincadeiras tem um significado
Podemos então entender que o brinquedo é uma atividade indispensável, quando se busca caminhos para a alfabetização.`´E no momento do brinquedo que a criança elabora regras, sem se preocupar se está certo ou não.
Logo a criança percebe que as regras fazem com que ele obtenha êxito no jogo.
Analisando assim, o brinquedo tem um sentido diferente de recrear-se. Não é só uma atividade física, mas uma atividade necessária ao desenvolvimento das capacidades de representação e compreensão de uma realidade concreta.
A criança representa no brinquedo o seu dia-a-dia.
O professor deve então ser um mediador observador da crianças nas diferentes formas de brincar, pensar, sendo capaz de teorizar sobre sua realidade
BIBLIOGRAFIA
DIAS,Sônia da Silva
Portanto todos os dias meus alunos tem um espaço de tempo para brincar, isto possibilita que participam do auto conhecimento. É através do brinquedo que introduzo a minha prática pedagógica.

1 Comentários:
Querida Silvana!
Concordo contigo que o brinquedo é um elemento importante para a construção de aprendizagens, especialmente para as criaças pequenas. Assim, as questões que destacas neste registro são fundamentais para nossa formação docente, entretanto é necessário retomar este registro de forma a apresentar evidências e argumentos mais claros e objetivos das TUAS APRENDIZAGENS em relação a estas informações.
A prática de construção dos portfólios educacionais, conforme propõem os estudos de Carvalho e Porto (2005), objetiva o desenvolvimento de profissionais reflexivos, que compreendem seu processo de formação como algo permanente. Tendo como premissa uma
concepção de Educação que acredita que a aprendizagem não é mera transferência, mas um processo construído continuamente nas relações com os outros e com o meio, como também destaca Freire, a utilização dos portfólios de aprendizagem no PEAD/UFRGS “contribui para que a aprendizagem não seja um momento isolado, proposto somente pelo formador, mas, sim, um evento colaborativo" (CARVALHO e PORTO, 2005, p. 57).
Sendo assim te questiono: onde está a Silvana em relação às questões levantadas?
Seguimos conversando.
Abraços, Cátia
Referências
CARVALHO, Marie Jane Soares. PORTO, Leonardo. Portfólio Educacional: Proposta Alternativa de Avaliação - Guia Didático. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2005.
ZÍLIO, Cátia. BLOGS-PORTFÓLIO E AUTORIA: modalidades de relações e diálogos no PEAD/UFRGS - TCC ESPEAD/UFRGS. 2010, p.19 - Disponível em: http://espead.pbworks.com/f/TCC_Catia_Zilio_FINAL.pdf
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial