INCLUSÃO
PALESTRA FEITA PELA DOUTORANDA MORGANA



INCLUSÃO ESCOLAR
TENHA DÚVIDAS DAS SUAS CERTEZAS
São Tomás de Aquino
Para pensarmos a escola inclusiva:
*Acessibilidade;
*Definições de normal e anormal;
*Os sentidos do diagnóstico;
*Receitas para incluir.
Geralmente toda nossa prática, vem também do nosso tempo de aluno na escola. Devemos então trabalhar com uma outra lógica.
No livro dos Abraços tem uma pequena história de Eduardo Galeano 2009 p.62
Conta-nos a história que durante anos, em um quartel, se montava guarda ao lado de um banquinho. Ninguém questionava o porque daquilo ,mas continuavam a montar guarda durante muitos anos.
Até que alguém ousou perguntar e descobriu como tudo começou . O banco tinha sido pintado e o coronel mandou montar guarda para que ninguém sentasse na tinta fresca. E nunca mais pararam de montar guarda.
Tudo que fazemos, naõ devemos fazer por que sim, mas porque temos um objeyivo, porque queremos chegar a algum lugar.
Temos então que sermos acessíveis aos alunos de inclusão, perceber que só o diagnóstico não chega e que não existem receitas para incluir.
Nosos alunos estão aí. E não basta estar matriculado para se sentir incluído. È preciso muito mais do professor.
Devemos pensar sobre o problema que aconteceu, construir estratégias para resolver os problemas, reestruturando o curriculo com maior flexibilidade.
Que realmente traçamos objetivos conclusivos para alunos de inclusão.
TENHA DÚVIDAS DAS SUAS CERTEZAS
São Tomás de Aquino
Para pensarmos a escola inclusiva:
*Acessibilidade;
*Definições de normal e anormal;
*Os sentidos do diagnóstico;
*Receitas para incluir.
Geralmente toda nossa prática, vem também do nosso tempo de aluno na escola. Devemos então trabalhar com uma outra lógica.
No livro dos Abraços tem uma pequena história de Eduardo Galeano 2009 p.62
Conta-nos a história que durante anos, em um quartel, se montava guarda ao lado de um banquinho. Ninguém questionava o porque daquilo ,mas continuavam a montar guarda durante muitos anos.
Até que alguém ousou perguntar e descobriu como tudo começou . O banco tinha sido pintado e o coronel mandou montar guarda para que ninguém sentasse na tinta fresca. E nunca mais pararam de montar guarda.
Tudo que fazemos, naõ devemos fazer por que sim, mas porque temos um objeyivo, porque queremos chegar a algum lugar.
Temos então que sermos acessíveis aos alunos de inclusão, perceber que só o diagnóstico não chega e que não existem receitas para incluir.
Nosos alunos estão aí. E não basta estar matriculado para se sentir incluído. È preciso muito mais do professor.
Devemos pensar sobre o problema que aconteceu, construir estratégias para resolver os problemas, reestruturando o curriculo com maior flexibilidade.
Que realmente traçamos objetivos conclusivos para alunos de inclusão.

1 Comentários:
Querida Silvana!
Esta tua colocação merece destaque:
"Geralmente toda nossa prática, vem também do nosso tempo de aluno na escola. Devemos então trabalhar com uma outra lógica."
Assim, acredito que pode aprofundar tuas reflexões identificando os elementos que vens construindo para que tua prática pedagógica esteja embasada noutra lógica.
Abraços, Cátia
PS. posso te propor um teste? Desenhe uma casa e publique o desenho aqui no blog. Seguiremos conversando...
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial